COMENTÁRIO NOVO TESTAMENTO - WILLIAM BARCLAY
















BARCLAY, WILLIAM (1907-1978). Erudito bíblico escocês. Nascido em Wick e formado em Glasgow e Marburgo, ministrou na área industrial de Clydeside, sendo, em 1947, nomeado lente e, em 1964, designado professor titular de Novo Testamento na Universidade de Glasgow. Unia a erudição clássica a capacidade de se comunicar com todos os níveis sociais, fosse nos estaleiros, fosse nas salas de aula, fosse com o grande publico, pela imprensa ou pela televisão. Sua serie Daily Study Bible [Biblia de Estudo Diario] (NT) vendeu cerca de 1,5 milhões de exemplares, foi traduzida para muitos idiomas, inclusive da Birmania [atual Mianmar] e da Estonia, e lhe propiciou, posteriormente, um ministério mundial de correspondência. Teologicamente, ele se autodenominava um “liberal evangélico”. Afirmava ser o único membro do corpo docente de sua faculdade de teologia que acreditava terem sido Mateus, Lucas e Joao que escreveram os evangelhos a eles atribuídos. Não obstante, era um universalista, reticente quanto a inspiração das Escrituras, critico da doutrina da expiação substitutiva e com ideias próprias a respeito do nascimento virginal e de milagres, que os conservadores consideravam heréticas ou imprecisas. Referiu-se a Bultmann, certa vez, como o pregador mais evangélico que já havia ouvido, pois todos os seus escritos visavam confrontar o individuo com Cristo. No contexto do marcante declínio da membresia da Igreja da Escócia, Barclay deplorou o desaparecimento virtual da disciplina eclesiástica e sugeriu duas categorias de membresia: a daqueles “profundamente atraídos por Jesus Cristo” e a dos já preparados para assumir um compromisso total. 




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